terça-feira, 11 de maio de 2010

Bolinhas de gude do sistema solar!

Olá doces criaturas deste mundo maravilho e auspicioso. Deixe-me dar-lhes a honra de mais uma vez trocarmos palavrórios. Mas, por convenção social, tenho de perguntar: “oi! Tudo bom? Como você esta?”

Esta bem chega destas palhaçadas alternativas. Particularmente este negócio de educação para certas ocasiões torna-se um verdadeiro chute genital.

Hoje, ao contrário dos últimos posts não irei falar sobre nerdisses, quer dizer, não irei falar sobre mecânica quântica, multiverso, universos oscilantes e nem teoria das cordas, mesmo estando bastante comovido ao ver meu fim de vida como o velho do filme do Wood Allen em “Tudo Pode dar Certo”, mas, estamos aqui para falar de outra coisa hoje.

Sinceramente, nunca a obra “Crepúsculo dos Ídolos” do Nietzsche foi tão atual e interessante de ser analisada quanto pode ser agora. Sério! O mais interessante é você realmente observar como se torna cada vez mais decadente o cenário mundial e seus ícones.

Vamos ver da seguinte vertente, se você chegar agora e parar o primeiro ser na rua e perguntar quem foi Stephen Hawking, provavelmente ele vai olhar com cara de ostra infinita, mas, se você perguntar quem é o Mc Bola de Fogo, de garanto 70% que ele conhecerá.

Está bem, este discurso é extremamente clichê, mas, ele é a introdução do tema. Vejamos o seguinte âmbito histórico: um dia Pitágoras através de infinitos pensamentos pensou na divisão fracionada de uma corda esticada num pau e inventou o “monocórdio”, depois com o passar do tempo foram evoluindo e tals, Kepler numa mistura de maconha com chá de lírio fez uma maldita ligação entre música e astronomia, então um dia, um caboclo me pega, inventa uma unidade de medida para freqüência de nota chamada “cents” e inventa o temperamento e baseia-se que Lá na 3° oitava tem que ter 440 hertz.

Depois disso inventaram o clavicembalo, cravo, rabeca, no meio da historia surgiu as escalas diatônicas, incríveis harmonias sem dissonâncias, inventaram a o piano, aí já começou a ter dissonância, contrapontos fodidos, a criação do maestro para reger entre 80 a 120 mamelucos com instrumentos, teve o cenário de guerra, músicas patrióticas, a criação da orquestra de câmara devido a mobilidade da música devido o ambiente hostil, surge a música moderna, Schoenberg fala que tonalidade é coisa de viadinho, Stravisky fala que tonalidade e ritmo certo é coisa de viadinho, Varése fala que macho que é macho usa cálculos de ionização de moléculas para criar texturas musicais, Xenakis bate a mão no peito e diz que foda é usar cálculos estocásticos Markovianos para compor música, o barato vai pra tecnologias de oscilações freqüências, música eletro-acústica, fractal, pós-modernismo, serialismo, enquanto isso um cara vê num trem um ex-escravo de plantação de algodão no Mississipi tocando um violão com estilete, JB Lenoir canta um blues pela guerra do Vietnan, Hendrix pergunta para Joe o que fará com aquela arma, pessoas lutam, dão o melhor de si e hoje ligo o rádio e ouço que mais uma estrela da música vai viajar para o Caribe se reabilitar de químicos!

PUTA QUE PARIU! Gustav Mahler teve que fugir de perseguição anti-semita, viveu na miséria assim como Béla Bartok e hoje um maldito ser que sequer saber estruturas básicas musicais se considera um ícone.

Em devidas proporções, é o mesmo que comparar Augusto Cury e Paulo Coelho à Goethe e Kant e, além disso, falar que Dan Brown é um contestador da igreja do mesmo nível de Voltaire e Giordano Bruno.

Resumidamente, hoje ocorre o oposto da famosa frase de Maquiavel em que “os fins não justificam os meios” e sim “os meios não justificam o fim”. Se você parar para observar bem, não temos mais ícones, ou pessoas que realmente inspirem algo nas massas, por exemplo, a indústria fonográfica esta tão desesperada que qualquer um que tem coragem de se expor sexualmente para apelo de mídia e aceite ser um pau mandado, eles criam um ícone para a massa. Aliás, um falso ícone pois, não precisa cantar porque o produtor acerta afinação com o Melodyne, não precisa compor e arranjar porque tem quem o faça, tem estilista, coreografo e tudo que o “ídolo” tem que fazer é falar que se dopa, dá pra caralho na balada, é pop e fodão e balançar a genitália como gorilas num zoológico(desculpe gorilas).

O mais interessante que esta fraqueza se reflete na sociedade, nunca se viu tantas pessoas fracas e facilmente persuadidas quanto são hoje, típicas ovelhinhas do capitalismo e da mídia. Aliás, não somo muito diferentes do Chester que você come no natal, aliás, você deveria saber como que ele é feito! HAhAUhauhAUhA

A sociedade tem se tornado um amontoado de zumbis depressivos e dependentes químicos! Oooooh coisa boa!

No mais, por enquanto é só! Não se esqueça de apagar a luz e fechar a porta antes de sair!

Depois voltamos com mais clássicas basófilas! Fui!

terça-feira, 4 de maio de 2010

Shhhhiiii! Vai espantar os dodôs! Hã? Pinguim doce de leite!

Iai djows tupiniquins do meu Brasil baronil! Estou eu aqui novamente com o intuito de disseminar retóricas e desenvolver dialéticas entre todos os manos e messieurs.

Demorei a escrever novamente, pois andei ocupado e ocupado tive de andar, no entanto, já agradeço novamente, rasgo umas sedas para aqueles que têm acompanhado estas basófilas.

Voltemos ao raciocínio do universo, deste ir e vir infindável, ironicamente o nome desta teoria é “universo oscilante”. O mais irônico são as questões que este pequeno e potente pensamento nos leva a indagar, como por exemplo: “e quando começou tudo isso seu motherfucker?”. Sou obrigado a lhe responder: ”o seu maldito, começo e fim são necessidades do pensamento humano, mas, para o universo isso não se torna uma legítima obrigação.” Pegue a terceira lei da termodinâmica: “no universo tudo se reaproveita.”

Agora vamos começar a pegar um pouco mais pesado, vamos chutar a mesa do boteco e cuspir na caipirinha. Eu acredito que agora você já tenha em mente como cria/recria o universo, pois bem, agora vem o barato doido, imagine que este tempo e espaço agora que você vive, não é o único, aliás, pense da seguinte forma que enquanto você lê, em algum tempo-espaço, ou dimensão paralela você esta fazendo malabarismos com seus cinco braços, ou é um palhaço de caramelo trufado!

Por mais bizarro que isto possa parecer, todo este pensamento tem o fundamento científico baseado no gráviton e justamente por causa destas outras dimensões que a gravidade trabalha distribuída e não deixa todo universo zipado (comentário nerd).

Basicamente, o nome disso é a aclamada “teoria M”, não me pergunte o porquê deste nome, aliás, é um mistério, mas, esta é a teoria da qual unifica todas as teorias das cordas e é a aclamada teoria sobre tudo da qual o Einstein buscou de forma quixotesca pela vida toda.

Não será nenhuma novidade que você esteja praguejando “pacaraio” e/ou me xingando. Mas até o momento estas teorias bizarras têm sido confirmadas experimentalmente. Tanto que o nosso famoso amiguinho o LHC, vulgo “grande colisor de hádrons”, esta aí justamente para comprovar experimentalmente a super-simetria (eis o “super” da teoria das cordas ou supercordas), mas, caso queira se aprofundar mais nesta teoria aconselho a leitura do livro “Universo Elegante” do Brian Greene ou se você é um expert fodão em inglês e matemática, leia o livro “Superstrings Theory” do Edward Witten o grande mestre Yoda atual da teoria das cordas/teoria M.

Claro que todas estas teorias levantam uma série de “porquês”, como: “e Deus?”, “como pode provar uma coisa não visível?” e dentre outras coisas. Mas, cabe raciocinar que muitas destas teorias têm sido aplicáveis, mas, é difícil observar e compreender em “nosso mundo”, pois, não estamos viajando em espaços, não vemos as partículas nem nada disso, vivemos uma sociedade fechada para isso, tanto é que, mesmo sendo totalmente defasada, a teoria gravitacional do Newton funciona, sendo que ela não funciona em planos em movimento, por isso existe a teoria da relatividade Geral.

Enfim, se eu fosse você botaria um funk, faria luzes no cabelo e ia botar para ferver no pancadão porque isso tudo que falei não dá futuro, para você ter uma idéia o Newton só ficou com uma mulher na vida e vivia deprê. Vai assistir novela da Globo e fazer prestação nas Casas Bahia.
Mas caso queira continuar, no próximo post vamos aprender sobre a ligação da matemática fractal com nossa existência. Uhulll pura emoção né?

Até mais ver e não se esqueça de apagar a luz e fechar a porta!

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Maracatu Atômico do Cabrobó

Olá pessoal, aqui estou eu novamente após um fim de semana onde, diga-se de passagem, que nada de especial ocorreu além de minhas constantes viagens e alucinações.

Agradeço ao pessoal que leu o post anterior e que tem elogiado e criticado.

Também informo que ainda bem que não vi mais o profeta metroviário e para iniciar o assunto caótico de hoje eu gostaria de deixar claro antes que queiram me pregar, queimar, esquartejar como herege ou ateu que eu não sou nada disso. Obviamente que também não sou cristão e o que escrevo aqui é somente uma busca pela verdade.

Para iniciar o assunto de hoje, peço encarecidamente como um metre de um restaurante caro pra caralho que diz que um vinho chileno de 1951 é o mais barato(deja vu amoroso ahuahaua), enfim, voltando, peço que você tire de sua caixa craniana tudo aquilo que você acredita que seja obrigatório, constante, determinístico e certo pois, hoje pretendo falar da maior brisa que existe, o entendimento do universo.

Quase todas as pessoas do mundo, principalmente os telespectadores da Record, Globo, SBT e Gazeta acham que Deus fez o mundo num momento de solidão e depois de alguns verbos e tals, fez brotar a mulher da costela do Adão e tudo isso a pouco mais de 6000 anos atrás.

Até o momento, este modelo tem sido bem usado para domar as ovelhas do mundo e sistematizar seus pensamentos e limitar suas ações usando táticas de punição como ir para o inferno. Eu diria que este lance de ter recompensa e punição pelos atos tem o dedo do Skinner, mas, a proeminente cabeça dele veio milênios depois e eu não sou espírita para acreditar em reencarnação.

Acredito que boa parte das pessoas já deve ter lido ou ouvido falar da teoria do “big bang”, da grande explosão. Esta é uma parte do que seria uma plausível teoria sobre o universo e existência, no entanto existe algo que não faz ela ser perfeita! Dentro do pontinho primordial do big bang existe a maior incongruência da ciência que é a não aplicação da relatividade do Einstein com a mecânica quântica.

Com esta putaria você deve estar se perguntando: “então esta porra está errada e viva o santo Daime!” Eu lhe falo que não é bem por aí, pois de umas décadas pra cá (acredite isso é recente) vem sido desenvolvida a teoria das supercordas! E o que é isto? Leia no Wikipédia! Brinks Mané, na verdade a teoria das cordas é basicamente o seguinte: somos formados por átomos. Átomos são formados por prótons, nêutrons envoltos de elétrons. Prótons e nêutrons são formados por quarks (up, down, etc...). Tudo isso unido por forças eletromagnética, gravitacional(no âmbito de grandes escalas), forças forte e fraca(no âmbito subatômicos). No entanto, quando acharam que o quark era o fim da linha de chegada, descobriram coisas bizarras como que existem vários tipos de quarks, partículas das forças e no fim das contas tudo virou uma putaria franciscana porque ninguém entendia mais nada e para resolver isso e arrumar a incongruência da relatividade e mecânica quântica surgiu a teoria das cordas.

Ela sugere que os quarks são apenas nós e modelos de vibrações de cordas extremamente pequenas e que o universo na realidade é formado por isso e aí vem a parte bizarra. Normalmente você falaria que eu tomei santo daime com red Bull se eu falasse que o universo tem 4 dimensões como o Einstein propôs(x, y, z e tempo), no entanto, segundo a teoria das cordas existem 10 dimensões espaciais, isto é, x, y, z e no meio subatômico, existem 7 dimensões recurvadas por onde as cordas vibram.

Surge então a outra coisa bizarra, o tempo, não é uma linha reta e sim recurvado. Por mais estranho que isso possa parecer, tanto Goethe quando Nietzsche sugeriram isso no passado remoto. Goethe com aquela famosa citação do prólogo do Fausto onde diz: ”o que foi torna a ser. O que é perder a existência. O palpável é nada e o nada assume a essência.” Medonho isso? Pois bem, Nietzsche tinha uma teoria denominada “o eterno retorno” da qual fala que o tempo sempre se repete e vivemos este momento na eternidade.

Neste exato momento, fiz a seguinte ligação e peço para você se abster dos conceitos terrestres mais uma vez e simplesmente ver a linha lógica sugere que o universo pode ter sempre existido e terminado, como em pulsos, aquilo onde os gregos na mitologia de Cronos fala que é a “bioluminescência”.

O interessante desta história é que com isso, vemos que não existe um real sentido pra vida e com isso leva a interpretar o porquê Einstein em elevada idade quando escreveu o livro “Como vejo o mundo”: “... procuro não entender um significado para a vida, deixo isso para os pobres de espírito.”

Por mais estranho que isso possa parecer, aparentemente o universo é mutável, tanto no sentido espacial quanto temporal e o “fim” e “início” não existem para ele. Até porque isto é uma ”obrigação” que veio do pensamento de nossos antepassados que foi carregado através do subconsciente coletivo.

Resumindo, o universo vive eternamente o agora e este é refletido em dimensões paralelas a ele, como se fossem outras realidades paralelas a nossa que podem, além disso, existir para além do tamanho da galáxia como para o tamanho das cordas e a única partícula que passa por todas as dimensões, por incrível que pareça é o gráviton (partícula da gravidade).

Pois bem, não terminarei tudo hoje. Vou deixar a continuação para o próximo post, mas, caso tenham interesse me mandem email que posso dar o nome dos livros que fundamento estes pensamentos.

No mais, fiquem no aguardo de mais coisas perturbadoras! Muito pior que ver a avó pelada lavando um radio no tanque.

Abraço a todos e deixo aberto os posts para comentários e sugestões!

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Me vê 2kg de urânio 238 fresquinho

Olá caros amigos desconhecidos que gastam seus escassos tempos para a leitura deste blog que pende ao nonsense.

Depois de alguns estímulos alheios, resolvi começar a publicar meus comentários perniciosos e em algumas vezes meio ácido com relação a situações corriqueiras em nossas vidas das quais fico teorizando.

Para iniciar, nada melhor do que contar de forma epopéica um fato do qual ocorreu recentemente enquanto eu estava no vagão do metrô indo para minha labuta diária vender minhas horas de vida ao capitalismo.

Imagine-se na seguinte situação: metrô de manhã, sono, preguiça, um número de seres humanos que tendia ao infinito e no meio do vagão, um homem que aparentava ter uns 30 anos de idade, calça e camisa social, um guarda-chuvas pendurado no braço e sua arma letal contra todos os inimigos do bem e a luz das ovelhas desgarradas! Sim, sua bíblia!

A principio pensei que se tratasse de apenas mais um leitor assíduo das palavras cristãs, mas, quando a porta do vagão fechou, o ser obstruindo qualquer lei de liberdade e escolha, agindo como um totalitário de Deus, começou a pregar dentro do vagão.

Nos primeiros instantes eu ignorei e fiquei ignorando até acabar a bateria de meu celular e ceder minha liberdade auditiva e fiquei privado de ouvir Smoke on the Water e tive de ouvir os seguintes termos proféticos: “oooooh senhorrr mandou seis terremotos este anooo, seis terremotos este ano e o 7° será no Brasil, está na bíblia que a 7° trombeta soará na terra de paz e isso não é tudo, porque a gripe suína foi uma praga, o sinal, é o fim do mundo, o fim do mundo está próximo irmãos.”

Tirando a incrível movimentação peristáltica que tive no momento em que ouvi isso, numa medida desesperada do meu organismo de tentar liberar esta overdose de ladainha profética apocalíptica. Eu me coloquei a indagar os pensamentos jogados em minha cabeça e das outras pessoas que comentavam entre si que realmente era o fim do mundo.

Entretanto, imagine a seguinte situação em que após o amém dele, eu levanto e falo: parabéns, parabéns amigão, por espalhar o temor nas pessoas com suas lorotas proféticas sobre o fim do mundo. Como você pode falar que as trombetas possam ser tremores de terra? São trombetas, elas soam notas diatônicas e não percussivas caro amigo, será que Deus realmente é brasileiro e trocou sua trombeta no estilo Wagner por algo mais animado, quem sabe agora estão batendo tambores e o arcanjo Gabriel vem com o apito falando que Olodum é pelô e este ritmo quente vai até o fim do mundo?

Pois bem, seria um fim do mundo interessante, as sete batidas para o fim do mundo, seria como se fosse uma micareta apocalíptica! Com certeza os mais trues integrantes de bandas de Black metal do norte extremo da Europa se sentiram enciumados ao saber que ritmos de carnaval são os sinais do apocalipse.

Claro que o fato de o Haiti ficar em cima de uma rachadura tectônica não tem nada a ver, que o aquecimento global não esta fazendo o líquido por baixo das placas aquecerem feito um copo de água em um microondas e não esta facilitando a locomoção das placas e claro, a possibilidade de ter um real terremoto no Brasil, que esta em cima de uma placa, distante de qualquer rachadura, é a mesma que se eu jogasse um anzol num buraco negro, puxasse a linha com meu molinete e tirasse uma geladeira cheia de gremlins cantando “din gon bell”, mas enfim, deixando o sarcasmo de lado, eles simplesmente contrariou todas as leis da física, pegou um livro de Hawking e bolou um baseado com o sumário.

Mas pensemos da seguinte forma, todos nos somos susceptíveis a milagres, pós de piripimpim, os dinossauros foram lagartos que comeram muito fermento e o Olodum é o sinal final do apocalipse.

Mas, continuemos com nossa retórica sublime em cima do pensamento do nosso amigo, mas, voltando para a praga “gripe suína” (com voz de Zé do Caixão).

Pensemos o seguinte: ela é uma praga da ira de Deus. É isso! Você merece your son of the bitch! Ou, como diria o homem mais sabio que já pisou no planeta: “seu…. cocô”(Cobretti, Marion).

Eu, devido ao acesso direto ao urânio, não acredito que seja uma praga egípcia. Acredito que por algum motivo do qual destruísse todo embasamento teórico evolutivo das espécies, fez com que coincidentemente, após uma crise econômica mundial, um vírus da gripe, que tem mutações de forma calculada e prevista, conseguiu evoluir de uma forma tão absurda que fez os nossos amiguinhos suínos serem armas letais.

Digamos que após isso, teremos de deixar de usar a teoria dos jogos para cálculo probatório das espécies virais e começarmos a entregar ao caos e começar a acreditar que a evolução ficou espalhada em um mandelbrot evolutivo ou, acreditar que Deus está nos punindo.

Creio que também que o avanço tecnológico farmacológico está tão absurdo que mesmo sem terem previsto a evolução da espécie viral, conseguiram em menos de 1 ano, fazer uma vacina! Isso é incrível! Mágico! O sarampo demorou um decênio para ter sua vacina e a gripe A teve sua vacina em tempo recorde! Digamos que foi coincidência a necessidade de uma vacina em plena pós-crise, isso nem recuperaria a economia européia e mundial. Acaso.

Acredito que se eu falasse tudo isso para o servo de Deus, eu teria ido e voltado entre os pontos finais do metrô ou eu teria sido surrado até a morte como herege. Mas, nunca é ruim imaginar situações quando te incomodam.

Em todo caso, fica a idéia. Pense nisso!