Olá pessoal, aqui estou eu novamente após um fim de semana onde, diga-se de passagem, que nada de especial ocorreu além de minhas constantes viagens e alucinações.
Agradeço ao pessoal que leu o post anterior e que tem elogiado e criticado.
Também informo que ainda bem que não vi mais o profeta metroviário e para iniciar o assunto caótico de hoje eu gostaria de deixar claro antes que queiram me pregar, queimar, esquartejar como herege ou ateu que eu não sou nada disso. Obviamente que também não sou cristão e o que escrevo aqui é somente uma busca pela verdade.
Para iniciar o assunto de hoje, peço encarecidamente como um metre de um restaurante caro pra caralho que diz que um vinho chileno de 1951 é o mais barato(deja vu amoroso ahuahaua), enfim, voltando, peço que você tire de sua caixa craniana tudo aquilo que você acredita que seja obrigatório, constante, determinístico e certo pois, hoje pretendo falar da maior brisa que existe, o entendimento do universo.
Quase todas as pessoas do mundo, principalmente os telespectadores da Record, Globo, SBT e Gazeta acham que Deus fez o mundo num momento de solidão e depois de alguns verbos e tals, fez brotar a mulher da costela do Adão e tudo isso a pouco mais de 6000 anos atrás.
Até o momento, este modelo tem sido bem usado para domar as ovelhas do mundo e sistematizar seus pensamentos e limitar suas ações usando táticas de punição como ir para o inferno. Eu diria que este lance de ter recompensa e punição pelos atos tem o dedo do Skinner, mas, a proeminente cabeça dele veio milênios depois e eu não sou espírita para acreditar em reencarnação.
Acredito que boa parte das pessoas já deve ter lido ou ouvido falar da teoria do “big bang”, da grande explosão. Esta é uma parte do que seria uma plausível teoria sobre o universo e existência, no entanto existe algo que não faz ela ser perfeita! Dentro do pontinho primordial do big bang existe a maior incongruência da ciência que é a não aplicação da relatividade do Einstein com a mecânica quântica.
Com esta putaria você deve estar se perguntando: “então esta porra está errada e viva o santo Daime!” Eu lhe falo que não é bem por aí, pois de umas décadas pra cá (acredite isso é recente) vem sido desenvolvida a teoria das supercordas! E o que é isto? Leia no Wikipédia! Brinks Mané, na verdade a teoria das cordas é basicamente o seguinte: somos formados por átomos. Átomos são formados por prótons, nêutrons envoltos de elétrons. Prótons e nêutrons são formados por quarks (up, down, etc...). Tudo isso unido por forças eletromagnética, gravitacional(no âmbito de grandes escalas), forças forte e fraca(no âmbito subatômicos). No entanto, quando acharam que o quark era o fim da linha de chegada, descobriram coisas bizarras como que existem vários tipos de quarks, partículas das forças e no fim das contas tudo virou uma putaria franciscana porque ninguém entendia mais nada e para resolver isso e arrumar a incongruência da relatividade e mecânica quântica surgiu a teoria das cordas.
Ela sugere que os quarks são apenas nós e modelos de vibrações de cordas extremamente pequenas e que o universo na realidade é formado por isso e aí vem a parte bizarra. Normalmente você falaria que eu tomei santo daime com red Bull se eu falasse que o universo tem 4 dimensões como o Einstein propôs(x, y, z e tempo), no entanto, segundo a teoria das cordas existem 10 dimensões espaciais, isto é, x, y, z e no meio subatômico, existem 7 dimensões recurvadas por onde as cordas vibram.
Surge então a outra coisa bizarra, o tempo, não é uma linha reta e sim recurvado. Por mais estranho que isso possa parecer, tanto Goethe quando Nietzsche sugeriram isso no passado remoto. Goethe com aquela famosa citação do prólogo do Fausto onde diz: ”o que foi torna a ser. O que é perder a existência. O palpável é nada e o nada assume a essência.” Medonho isso? Pois bem, Nietzsche tinha uma teoria denominada “o eterno retorno” da qual fala que o tempo sempre se repete e vivemos este momento na eternidade.
Neste exato momento, fiz a seguinte ligação e peço para você se abster dos conceitos terrestres mais uma vez e simplesmente ver a linha lógica sugere que o universo pode ter sempre existido e terminado, como em pulsos, aquilo onde os gregos na mitologia de Cronos fala que é a “bioluminescência”.
O interessante desta história é que com isso, vemos que não existe um real sentido pra vida e com isso leva a interpretar o porquê Einstein em elevada idade quando escreveu o livro “Como vejo o mundo”: “... procuro não entender um significado para a vida, deixo isso para os pobres de espírito.”
Por mais estranho que isso possa parecer, aparentemente o universo é mutável, tanto no sentido espacial quanto temporal e o “fim” e “início” não existem para ele. Até porque isto é uma ”obrigação” que veio do pensamento de nossos antepassados que foi carregado através do subconsciente coletivo.
Resumindo, o universo vive eternamente o agora e este é refletido em dimensões paralelas a ele, como se fossem outras realidades paralelas a nossa que podem, além disso, existir para além do tamanho da galáxia como para o tamanho das cordas e a única partícula que passa por todas as dimensões, por incrível que pareça é o gráviton (partícula da gravidade).
Pois bem, não terminarei tudo hoje. Vou deixar a continuação para o próximo post, mas, caso tenham interesse me mandem email que posso dar o nome dos livros que fundamento estes pensamentos.
No mais, fiquem no aguardo de mais coisas perturbadoras! Muito pior que ver a avó pelada lavando um radio no tanque.
Abraço a todos e deixo aberto os posts para comentários e sugestões!
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Cara!! Dá hora essa maconha que vc tá usando hein!!! Dá proxima vez me chama!!! KKKK! Ficou legal essa postagem, sempre soube o grau de sanidade que vc se encontra! Parabéns!
ResponderExcluirjá disse q vc tem problema? ^.^
ResponderExcluir"No mais, fiquem no aguardo de mais coisas perturbadoras! Muito pior que ver a avó pelada lavando um radio no tanque."
ResponderExcluirRI ALTÍSSIMO